quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Como o celacanto refutou os evolucionistas

Antigamente os cientistas conheciam os celacantos somente pelo registro fóssil. Esse grupo de peixes era considerado extinto há pelo menos 65 milhões de anos.



O formato protuberante das nadadeiras do celacanto levou os cientistas a pensar que esse peixe estava evoluindo para um tipo de animal terrestre, um anfíbio primitivo. Suas nadadeiras lobadas estariam evoluindo em patas.

Essa crença foi tão difundida que até mesmo os livros didáticos mostravam gravuras do celacanto saindo das águas com as tais pernas.



Dessa forma os celacantos foram encaixados na sequência evolutiva como os ancestrais dos tetrápodes, ou seja, um elo evolutivo entre peixes e vertebrados terrestres.

O fim da crença




Tudo ia muito bem com a crença evolucionista até que em 1938 alguém conseguiu capturar um celacanto vivo na costa leste da África do Sul.
Ora! O celacanto tinha desaparecido completamente do registro fóssil desde a era mesozoica, e por isso os cientistas acreditavam que ele tinha completado sua evolução em anfíbio. Porém, de repente, estavam com um exemplar em mãos, com suas nadadeiras lobadas intactas, inalteradas.



Isso causou um impacto tão profundo na comunidade científica que fez com que o celacanto perdesse o seu posto de elo entre peixes e tetrápodes.
No entanto, porém, quando falamos sobre isso com os evolucionistas mais leigos (ateus militantes, por exemplo), eles alegam que os celacantos atuais não são da mesma subespécie dos celacantos fósseis, e portanto a descoberta de celacantos vivos não afeta suas teorizações. Será que não afeta mesmo?

O erro dos evolucionistas militantes é justamente não levar em conta que o nome CELACANTO é genérico, ou seja, celacanto não é o nome de um peixe em específico, mas o nome de um grupo de peixes... Tanto o celacanto fóssil como o celacanto vivo pertencem ao grupo dos crossopterígios, que é o mesmo grupo que os evolucionistas diziam que tinha evoluído para anfíbios.
Podemos dizer então que os evolucionistas erraram a respeito da extinção dos crossopterígios, assim como erraram também a respeito de sua evolução em tetrápodes.

7 comentários:

  1. Evolução é um barco furado com pessoas tentando tirar a água de colherinha.

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    1. Só a foto deve pesar uns 3 kilos! Isso que está "extinto".rsrsr...

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  3. Mais fácil acreditar que uma velha homofóbica e desocupada criou o homem do barro e a mulher da costela do barro né? Como é a sensação de ser parente de um tijolo e de uma telha? Kkkkkkkk

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    1. Velha homofóbica?!?! Só se fosse o ateísta Che Guevara, ou o ateísta Karl Marx, ou o ateísta Mao Tse Tung, ou o ateísta Jean Willis.
      No mais prefiro ser parente de uma telha, do que parente de uma ameba.
      Não tomou toddynho hoje?!?!
      Por isso essa revolta?!

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. que estranho pensei que já tivesse dito mas ok realmente concordo com você amigo prefiro ser parente de uma telha ou de um tijolo do que ser parente de uma ameba que é por muitos considerada a mais baixa e inferior forma de vida existente.a teoria da evolução chega a ser ridícula as vezes enquanto a microevolução é um fato a macroevolução é apenas uma teoria e bem eu não preciso falar ais nada eu faço das palavras desse blog as minhas.

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